Consumo Consciente, representatividade

Consumo consciente e um ano melhor

Em 2017 tomei uma decisão de que no próximo ano as coisas serão diferentes.

A primeira decisão foi me tornar uma consumidora consciente. Tanto em relação à moda quanto à alimentação. Desde quando me tornei responsável pela compra das minhas roupas e sapatos, tornei-me uma mulher extremamente consumista.

No final de 2017 percebi que meu guarda-roupa estava abarrotado de roupas, muitas vezes novas e muitos sapatos. O problema é que além de já estar com o guarda-roupas sempre cheio,  não deixava de comprar aquela blusinha. Ao perceber que não poderia mais seguir assim, decidi doar muitas roupas e entrar em 2018 de uma forma mais leve e consciente.

Criei algumas metas para 2018 e entre elas estão, consumir menos e de maneira consciente, contribuir e fortalecer o afroempreendedorismo e ser saudável.

Falei um pouco mais sobre esse tal de consumo consciente, fast fashion e sobre minha saúde.

Após ler bastante e assistir documentários (obrigada, Netflix) e ficar ainda mais horrorizada com a relação com que lidamos com a moda, contribuindo  indiretamente com o trabalho escravo.

A ideia de que roupas são descartáveis e que precisamos comprar uma roupa nova em cada saída ou movimento da “moda” que é vendida pelas famosas, nos esquecemos que temos personalidades diferentes e que nossas roupas falam muito sobre nós.

Toneladas de roupas e sapatos são descartadas no lixo e vão parar nos aterros sanitários, onde poluem o solo e o meio ambiente. Não adianta comer comida vegana e continuar consumindo roupas como se fossem descartáveis.

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Fonte: Noosfera

No documentário Unravel (Desenrolar, em português) conta a história de mulheres indianas que reciclam roupas, mostrando o quão é complexa a indústria da moda. Temos muito que aprender.

Muitas empresas não repassam seu lucro, lidando com seus funcionários muitas vezes de forma análoga à escravidão.

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Fonte: Site Reporter Brasil 

Muitas vezes compramos por impulso e não por necessidade. Sabe aquela blusinha de R$15 que você não precisa, mas compra porque está baratinha? Muitas vezes, a costureira não recebe o que deveria pelo seu trabalho que não é valorizado. Repense seu consumo.

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Fonte: Akatu

Hoje procuro conhecer a loja onde vou comprar antes de deixar todo o meu rico e suado dinheirinho lá. Existe uma lista de empresas que já foram multadas por trabalho escravo, veja se aquela loja que você adora não está inserida nesta relação e não contribua.

E quais são as suas metas para 2018?

Abraços e até a próxima.

Kelly Souza

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